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		<title>Definição de retórica</title>
		<link>http://conceito.de/retorica</link>
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		<pubDate>Sat, 25 May 2013 11:15:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia Da Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[O termo retórica deriva do latim rhetorĭca embora a sua origem mais remota nos remeta para a língua grega. Trata-se da capacidade de facultar à linguagem, seja falada ou escrita, a eficácia suficiente para agradar, comover ou persuadir. Pode-se dizer que a retórica é a arte de bem dizer ou a técnica de se exprimir [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O termo retórica deriva do latim <em>rhetorĭca</em> embora a sua origem mais remota nos remeta para a língua grega. Trata-se da capacidade de facultar à linguagem, seja falada ou escrita, a eficácia suficiente para agradar, comover ou persuadir.</p>
<p>Pode-se dizer que a retórica é a arte de bem dizer ou a técnica de se exprimir de forma adequada. É composta por um sistema de regras e recursos que actuam em diversos níveis da construção discursiva. Estes elementos estão interrelacionados entre eles e repercutem-se em diversos âmbitos.</p>
<p>Os entendidos em retórica estudam os procedimentos da linguagem destinados à estética da mesma ou à persuasão. Isto significa que, do ponto de vista da retórica, o discurso pretende algo mais que o simples facto de comunicar.</p>
<p>Para os antigos Gregos, a composição do discurso constava de duas grandes fases: a <em>inventio</em> (o orador analisa os conteúdos de um repertório pré-fixado -que pode estar na sua memória ou pertencer à sociedade em geral- e estabelece-os como conteúdos do seu discurso) e a <em>dispositio</em> (a organização dos conteúdos encontrados pela <em>inventio</em>).</p>
<p>A estruturação do discurso, por sua vez, desenvolve-se em quatro partes: o <em>exordium</em> (a parte inicial, ou o prólogo, que procura chamar a atenção do ouvinte e apresentar-lhe a estruturação dos conteúdos), a <em>narratio</em> (a exposição do assunto e da tese), a <em>argumentatio</em> (apresentação das razões que sustentam a tese) e a <em>peroratio</em> (resumo do que é dito).</p>
<p>Na linguagem do dia-a-dia, a noção de retórica pode ter um sentido depreciativo para mencionar as razões que não vêm ao caso ou às divagações. Por exemplo: “Deixa-te lá de retórica e explica-me o que fizeste à papelada”.</p>
<br /><br /><div align="left"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fconceito.de%2Fretorica&amp;send=false&amp;layout=button_count&amp;width=450&amp;show_faces=false&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;font&amp;height=35" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:120px; height:35px;" allowTransparency="true" align="middle"></iframe>
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		<title>Definição de paradoxo</title>
		<link>http://conceito.de/paradoxo</link>
		<comments>http://conceito.de/paradoxo#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 25 May 2013 11:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia Da Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Um paradoxo, do latim paradoxus (que, por sua vez, tem origem na língua grega), é uma figura retórica que consiste na utilização de expressões que envolvem uma contradição. Significa que, para além das condições contraditórias, os factores apresentados são válidos, reais ou credíveis. Exemplos: “É uma pessoa tão pobre que a única coisa que tem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Um paradoxo, do latim <em>paradoxus</em> (que, por sua vez, tem origem na língua grega), é uma figura retórica que consiste na utilização de expressões que envolvem uma contradição. Significa que, para além das condições contraditórias, os factores apresentados são válidos, reais ou credíveis.</p>
<p>Exemplos: “É uma pessoa tão pobre que a única coisa que tem é imenso dinheiro”, “A bondade dos seus actos só acabou por gerar um grande mal”, “Para chegar rápido, nada melhor do que ir devagar”.</p>
<p>Os paradoxos também são ideias opostas à opinião e ao sentir habitual das pessoas. As asserções absurdas que se apresentam como sendo verdadeiras podem receber a denominação de paradoxo.</p>
<p>Algumas situações da vida são paradoxais perante o absurdo ou a injustiça: “Que paradoxo: trabalhou toda a vida para comprar uma casa e, um dia depois de se mudar, faleceu de um ataque cardíaco”, “É paradoxal que os simpatizantes continuem a apoiar um treinador que já perdeu dez jogos consecutivos”.</p>
<p>Um paradoxo muito popular é a frase “Esta oração é falsa”. Se a oração for realmente falsa, o enunciado em si é verdadeiro (já que a oração é falsa). Contudo, se a falsidade enunciada for real, a oração nunca pode ser falsa.</p>
<p>Algo similar ocorre com a expressão “Digo sempre mentiras”. Se a pessoa em questão disser algo, o lógico é que seja mentira (já que mente sempre). Mas a mesma frase nega-se a ela própria (se digo sempre mentiras, quando asseguro que minto, estou a mentir: portanto, estarei a dizer a verdade?).</p>
<br /><br /><div align="left"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fconceito.de%2Fparadoxo&amp;send=false&amp;layout=button_count&amp;width=450&amp;show_faces=false&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;font&amp;height=35" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:120px; height:35px;" allowTransparency="true" align="middle"></iframe>
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		<title>Definição de plágio</title>
		<link>http://conceito.de/plagio</link>
		<comments>http://conceito.de/plagio#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 May 2013 11:15:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia Da Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Do latim plagĭum, o termo plágio refere-se à acção e ao efeito de plagiar. Este verbo, por outro lado, faz referência ao acto de copiar obras alheias, em geral sem autorização ou de maneira encoberta. O plágio, por conseguinte, é uma infracção dos direitos de autor. O criador de uma obra, ou quem possui os [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Do latim <em>plagĭum</em>, o termo plágio refere-se à acção e ao efeito de plagiar. Este verbo, por outro lado, faz referência ao acto de copiar obras alheias, em geral sem autorização ou de maneira encoberta.</p>
<p>O plágio, por conseguinte, é uma infracção dos direitos de autor. O criador de uma obra, ou quem possui os direitos correspondentes, sofre um dano por estas cópias ilegítimas e está em condições de exigir um ressarcimento (uma indemnização).</p>
<p>O plagiador pode actuar de duas formas: realizando cópias ilegítimas de uma obra protegida pelos direitos de autor ou apresentando uma cópia como uma obra original própria. Ambas as acções podem dar lugar a um processo e à imposição de diversos tipos de multas e sanções.</p>
<p>Os filmes com enredos similares, os livros que apresentam histórias semelhantes e os logótipos demasiado parecidos são algumas das formas de plágio. Por exemplo: “O autor argentino Jorge Bucay foi acusado de plágio por copiar textos sem citar a fonte”, “Não sei se este filme é um plágio ou se o realizador, simplesmente, não tem imaginação nem recursos”, “As automobilísticas asiáticas mais pequenas costumam incorrer no plágio dos logos dos seus rivais na tentativa de confundir os compradores”.</p>
<p>O plágio de textos massificou-se com o auge da Internet. É comum muitos sítios copiarem e usarem informação sem a autorização correspondente e enganando os seus leitores ao apresentarem dados como se fossem seus. Existem, de todas as maneiras, várias ferramentas informáticas que permitem detectar o plágio.</p>
<br /><br /><div align="left"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fconceito.de%2Fplagio&amp;send=false&amp;layout=button_count&amp;width=450&amp;show_faces=false&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;font&amp;height=35" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:120px; height:35px;" allowTransparency="true" align="middle"></iframe>
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		<title>Definição de barroco</title>
		<link>http://conceito.de/barroco</link>
		<comments>http://conceito.de/barroco#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 May 2013 11:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia Da Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>

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		<description><![CDATA[Barroco é um termo que deriva do francês baroque e que permite fazer alusão a um movimento cultural e estilo artístico desenvolvido entre o século XVII e meados do século XVIII. Esse estilo abrangeu diversos ramos (a arquitectura, a pintura, a música, a literatura, etc.) e caracterizou-se pela ornamentação excessiva. O barroco, enquanto estilo predominante, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Barroco é um termo que deriva do francês <em>baroque</em> e que permite fazer alusão a um movimento cultural e estilo artístico desenvolvido entre o século XVII e meados do século XVIII. Esse estilo abrangeu diversos ramos (a arquitectura, a pintura, a música, a literatura, etc.) e caracterizou-se pela ornamentação excessiva.</p>
<p>O barroco, enquanto estilo predominante, sucedeu o renascimento e precedeu o neoclassicismo. Começou a tornar-se popular em Itália e propagou-se logo até ao resto da Europa. O conceito de barroco foi assim alcunhado pelos seus críticos e foi usado em princípio com sentido pejorativo para fazer alusão à desmedida e à irracionalidade desses artistas.</p>
<p>Gian Lorenzo Bernini na escultura e na arquitectura, Caravaggio na pintura, Francisco de Quevedo e Luis de Góngora na literatura e Antonio Vivaldi e Johann Sebastian Bach na música são alguns dos máximos expoentes do barroco.</p>
<p>Os edifícios de estilo barroco eram construídos com materiais pobres, mas ressalvando a majestosidade e a monumentalidade da obra. Existem vários palácios e igrejas que, hoje em dia, ainda exibem as principais características deste movimento, como a Catedral da Assunção (Valladolid, Espanha).</p>
<p>No âmbito da pintura, o estilo barroco está associado ao absolutismo e ao renascimento católico já que, a nível geral, o barroco foi uma reacção da Igreja aos progressos da ciência. “As Meninas” de Diego Velázquez é uma das pinturas barrocas mais famosas.</p>
<p>Actualmente, o termo é usado enquanto adjectivo para fazer referência a qualquer coisa que esteja carregado de adornos. Por exemplo: “Gosto de jardineiras barrocas, com muitos bolsos, cheio de alfinetes e franjas”.</p>
<br /><br /><div align="left"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fconceito.de%2Fbarroco&amp;send=false&amp;layout=button_count&amp;width=450&amp;show_faces=false&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;font&amp;height=35" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:120px; height:35px;" allowTransparency="true" align="middle"></iframe>
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		<title>Definição de virtual</title>
		<link>http://conceito.de/virtual</link>
		<comments>http://conceito.de/virtual#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 May 2013 11:15:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia Da Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Do latim virtus (“força” ou “virtude”), virtual é um adjectivo que, no seu sentido original, faz referência àquilo que tem a virtude de produzir um efeito apesar de não o produzir verdadeiramente. No entanto, o conceito está actualmente associado àquilo que tem existência aparente e não propriamente real nem física. O termo é bastante corrente [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Do latim <em>virtus</em> (“força” ou “virtude”), virtual é um adjectivo que, no seu sentido original, faz referência àquilo que tem a virtude de produzir um efeito apesar de não o produzir verdadeiramente.</p>
<p>No entanto, o conceito está actualmente associado àquilo que tem existência aparente e não propriamente real nem física. O termo é bastante corrente no âmbito da informática e da tecnologia para fazer referência à realidade construída através de sistemas ou formatos digitais.</p>
<p>Conhece-se como realidade virtual o sistema tecnológico que permite que o utilizador tenha a sensação de estar imerso num mundo diferente do real. Esta ilusão produz-se graças aos modelos criados por um computador que o utilizador contempla através de um capacete especial. Embora a realidade virtual tenha nascido para ser aplicada aos jogos de vídeo, actualmente, tem-se mostrado útil em áreas como a medicina e o transporte.</p>
<p>Uma mascote (animal de estimação) virtual, por outro lado, é um companheiro digital criado com o objectivo de fazer companhia e entreter as pessoas. Não tem mais forma física do que o hardware onde se executa, que consiste, geralmente, num pequeno dispositivo electrónico. O utilizador deve alimentar e cuidar da mascote virtual para evitar que este “morra”.</p>
<p>Uma biblioteca virtual é aquela que alberga obras digitais em diversos formatos (.doc, .pdf). Através da Internet, estas bibliotecas estão disponíveis para pessoas de todo o mundo.</p>
<p>O sexo virtual, por fim, é uma forma de relação erótica que implica a ausência de contacto físico e que recorre às características das tecnologias da comunicação e da informação para ser levada a cabo.</p>
<br /><br /><div align="left"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fconceito.de%2Fvirtual&amp;send=false&amp;layout=button_count&amp;width=450&amp;show_faces=false&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;font&amp;height=35" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:120px; height:35px;" allowTransparency="true" align="middle"></iframe>
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		<title>Definição de ponto</title>
		<link>http://conceito.de/ponto</link>
		<comments>http://conceito.de/ponto#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 May 2013 11:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia Da Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Ponto, do latim punctum, é um sinal circular, geralmente de dimensões pequenas, que é perceptível numa superfície por contraste de cor ou de relevo. Exemplos: “Que ponto vermelho é aquele na parede?”, “Quando fui buscar a fotografia, dei conta que estava cheia de pequenos pontos azuis”. Para a ortografia, um ponto é a pinta que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ponto, do latim <em>punctum</em>, é um sinal circular, geralmente de dimensões pequenas, que é perceptível numa superfície por contraste de cor ou de relevo. Exemplos: “Que ponto vermelho é aquele na parede?”, “Quando fui buscar a fotografia, dei conta que estava cheia de pequenos pontos azuis”.</p>
<p>Para a ortografia, um ponto é a pinta que se coloca em cima das letras i e j, e o sinal de pontuação que indica o fim do sentido gramatical e lógico de uma oração (frase) ou de um pensamento. Esse mesmo sinal também é usado depois das abreviaturas (Sr., Dr.).</p>
<p>Em certos jogos, os pontos são as unidades que permitem avaliar/quantificar e definir quem é o vencedor: “A equipa local venceu por quinze pontos de diferença a equipa adversária”.</p>
<p>Num sentido similar, os pontos são usados para qualificar exames ou qualquer coisa que possa ser julgada com base numa determinada escala: “Obteve oito pontos sobre dez no meu exame de matemática”, “A crítica argentina não atribuiu mais do que três pontos por este filme”, “O dianteiro chileno teve uma actuação qualificada com dez pontos pela maioria dos jornais locais”.</p>
<p>Um ponto também pode ser um sítio ou um lugar (“Concordámos que o ponto de encontro seria a confeitaria que fica em frente à praça”), uma ocasião favorável ou oportuna (“Chegámos ao ponto em que tudo é vantajoso para nós”) ou cada um dos assuntos de que se trata um discurso ou uma conferência (“Vamos passar ao terceiro ponto, dedicado à análise das características técnicas desta nova máquina”).</p>
<br /><br /><div align="left"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fconceito.de%2Fponto&amp;send=false&amp;layout=button_count&amp;width=450&amp;show_faces=false&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;font&amp;height=35" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:120px; height:35px;" allowTransparency="true" align="middle"></iframe>
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		<title>Definição de usurpação</title>
		<link>http://conceito.de/usurpacao</link>
		<comments>http://conceito.de/usurpacao#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 May 2013 11:15:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia Da Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Usurpação é um termo que deriva do latim usurpatĭo. Trata-se da acção e do efeito de usurpar (apoderar-se de uma propriedade ou de um direito alheio). Exemplos: “Um grupo de vizinhos do bairro manifestou-se contra a usurpação dos terrenos próximos da estação”, “A usurpação do espaço público por parte dos restaurantes e dos bares que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Usurpação é um termo que deriva do latim <em>usurpatĭo</em>. Trata-se da acção e do efeito de usurpar (apoderar-se de uma propriedade ou de um direito alheio). Exemplos: “Um grupo de vizinhos do bairro manifestou-se contra a usurpação dos terrenos próximos da estação”, “A usurpação do espaço público por parte dos restaurantes e dos bares que colocam as suas mesas na rua e nas esplanadas é evidente”, “Para evitar a usurpação, o melhor é colocares uma vedação eléctrica neste terreno”.</p>
<p>A usurpação tende a realizar-se através da força, com violência ou através da intimidação. A pessoa que usurpa uma propriedade pode ter consciência do seu delito (e justifica-o a partir das suas próprias necessidades ou carências) ou pode ter sido enganada por um terceiro (que lhe prometeu que a propriedade não tinha dono, por exemplo).</p>
<p>O acto de usurpar está relacionado com a acção de ocupar, uma vez que vincula a apreensão material (o usurpador invade a casa e não sai mais da mesma) com a vontade de adquirir o domínio (quando exige a titularidade e o direito da coisa usurpada).</p>
<p>O movimento <em>okupa</em> (ou <em>squat</em>) faz um culto da usurpação como forma de vida e de protesto social. Estes grupos infiltram-se e apropriam-se de terrenos desocupados (como casas abandonadas, de forma temporária ou permanente), fazendo um usufruto dos mesmos e denunciando a falta de consciência social do dono legítimo (por ter abandonado o terreno). Muitos defendem que, tendo em conta os graves problemas de alojamento que existem em grande parte do mundo, a usurpação de casas vazias até se justifica.</p>
<br /><br /><div align="left"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fconceito.de%2Fusurpacao&amp;send=false&amp;layout=button_count&amp;width=450&amp;show_faces=false&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;font&amp;height=35" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:120px; height:35px;" allowTransparency="true" align="middle"></iframe>
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		<title>Definição de manager</title>
		<link>http://conceito.de/manager</link>
		<comments>http://conceito.de/manager#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 May 2013 11:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia Da Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Entende-se por manager o gerente ou o director de uma empresa ou de uma sociedade. Trata-se de uma palavra de origem inglesa. Por outro lado, um manager é o representante de um artista (actor, cantor ou modelo) ou de um desportista. Enquanto gerente, um manager pode ser o director executivo, o conselheiro delegado ou o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Entende-se por <em>manager</em> o gerente ou o director de uma empresa ou de uma sociedade. Trata-se de uma palavra de origem inglesa. Por outro lado, um <em>manager</em> é o representante de um artista (actor, cantor ou modelo) ou de um desportista.</p>
<p>Enquanto gerente, um <em>manager</em> pode ser o director executivo, o conselheiro delegado ou o presidente executivo de uma organização. Posto isto, o <em>manager</em> é a máxima autoridade da gestão e da direcção administrativa.</p>
<p>Nas pequenas empresas, os cargos de presidente e de director executivo são geralmente assumidos pela mesma pessoa. Por conseguinte, quem é nomeado a <em>manager</em> encarrega-se tanto da direcção corporativa (as estratégias gerais) como da direcção executiva (a fase operacional das estratégias).</p>
<p>Por outro lado, enquanto representante, o <em>manager</em> é sinónimo de empresário, isto é, a pessoa que trata dos interesses de um desportista ou de um artista profissional. Noutros termos, trata de negociar os seus contratos, de gerir a sua imagem e de se assegurar que o seu representado esteja cómodo e conforme com as suas obrigações. Por outro lado, o <em>manager</em> é aquele que faz propaganda do talento e da capacidade do artista ou desportista em questão, o que é bastante frequente, por exemplo, no caso dos jogadores de futebol.</p>
<p>Por fim, convém destacar que existem diversos jogos de vídeo, em especial para computadores, que permitem que um jogador se ponha na pele de um <em>manager</em> desportivo. Estes jogos são simuladores que têm por base a realidade, onde o utilizador tem de tomar diversas decisões relacionadas com a gestão do clube ou da equipa.</p>
<br /><br /><div align="left"><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fconceito.de%2Fmanager&amp;send=false&amp;layout=button_count&amp;width=450&amp;show_faces=false&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;font&amp;height=35" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:120px; height:35px;" allowTransparency="true" align="middle"></iframe>
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		<item>
		<title>Definição de sensibilidade</title>
		<link>http://conceito.de/sensibilidade</link>
		<comments>http://conceito.de/sensibilidade#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 May 2013 11:15:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia Da Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Do latim sensibilĭtas, a sensibilidade é a faculdade de sentir (o que é próprio nos seres sensíveis e animados). O termo adquire diferentes significados de acordo com o contexto. A sensibilidade pode ser a propensão natural de o ser humano se deixar levar pelos afectos da ternura e da compaixão. Exemplos: “A foto de uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Do latim <em>sensibilĭtas</em>, a sensibilidade é a faculdade de sentir (o que é próprio nos seres sensíveis e animados). O termo adquire diferentes significados de acordo com o contexto.</p>
<p>A sensibilidade pode ser a propensão natural de o ser humano se deixar levar pelos afectos da ternura e da compaixão. Exemplos: “A foto de uma criança desnutrida despertou a minha sensibilidade e decidi colaborar”, “O meu marido não é grande apreciador deste tipo de filmes, acho que ele não tem a sensibilidade muito apurada”, “Para trabalhar no hospital, deve-se deixar a sensibilidade de lado e não se comprometer afectivamente com os pacientes”.</p>
<p>Num contexto artístico, a sensibilidade está relacionada com a intenção estética. As pessoas sensíveis, neste sentido, têm propensão para se exprimirem através da arte e a evidenciarem diversos matizes: “É um pintor de grande sensibilidade”, “O novo filme vem comprovar, uma vez mais, a sensibilidade deste realizador”.</p>
<p>Para a biologia, a sensibilidade é a capacidade que os seres vivos têm de percepcionar/captar estímulos, tanto internos como externos, através dos sentidos. O sistema nervoso tem uma função fisiológica que permite detectar as variações físicas ou químicas através dos órgãos sensoriais: “Nesta parte da mão, temos mais sensibilidade”, “Um acidente fê-lo perder a sensibilidade dos dedos”.</p>
<p>Sensibilidade, por fim, é a medida de eficácia de alguns aparelhos ou de certas máquinas. O conceito diz respeito à capacidade de detectar uma magnitude (grandeza) ou de responder a uma ordem: “Este é um dispositivo de grande sensibilidade, capaz de detectar objectos que estejam enterrados a mais de cem metros”.</p>
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		<title>Definição de página web</title>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 11:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sonia Da Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Conhece-se por página web qualquer documento que faça parte de um sítio web e que costuma conter ligações (igualmente chamadas hiperligações ou links) para facilitar a navegação entre os conteúdos. As páginas web são desenvolvidas com linguagens de marcação como o HTML, as quais podem ser interpretadas pelos navegadores. Desta forma, as páginas podem apresentar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Conhece-se por página web qualquer documento que faça parte de um sítio web e que costuma conter ligações (igualmente chamadas hiperligações ou <em>links</em>) para facilitar a navegação entre os conteúdos.</p>
<p>As páginas web são desenvolvidas com linguagens de marcação como o HTML, as quais podem ser interpretadas pelos navegadores. Desta forma, as páginas podem apresentar informação em diferentes formatos (texto, imagens, sons, vídeos, animações), estar associadas a dados de estilo ou conter aplicações interactivas.</p>
<p>É possível distinguir as páginas web estáticas (cujos conteúdos são predeterminados) e das páginas web dinâmicas (que geram conteúdos no momento de solicitar informação a um servidor da web através de linguagens interpretadas como JavaScript).</p>
<p>Um conjunto de páginas web, por conseguinte, forma um sítio web. As páginas costumam estar reunidas sob um domínio comum para que o sítio em questão seja acessível a partir de uma mesma direcção na Internet.</p>
<p>A imensa totalidade de páginas que formam os sítios web dão lugar àquilo que se conhece como World Wide Web, Web, Rede ou, simplesmente, Internet, que é o universo virtual onde está reunida a informação digital do ciberespaço (espaço virtual).</p>
<p>Por exemplo: A NBA.com é o sítio oficial da National Basketball Association (NBA). A sua direcção ou URL é http://www.nba.com. Dentro deste mega sítio, existe uma grande quantidade de páginas web. Cada equipa tem o seu próprio sítio que, por sua vez, alberga as páginas web de cada um dos jogadores da liga. As notícias, as estatísticas e a informação multimédia também ocupam várias páginas dentro da NBA.com.</p>
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