Conceito de logo


Jan 17, 13

Os dicionários portugueses consideram “logo” como sendo um elemento de formação de palavras que exprime a ideia de palavra, discurso, estudo ou razão.

Gramaticalmente, este termo também pode ter a função de conjunção (significando “por conseguinte”) ou de advérbio de tempo (é sinónimo, neste caso, de “proximamente”).

Contudo, o uso mais habitual do conceito está associado à ideia de logótipo, sendo aliás a sua forma abreviada. Trata-se de um conjunto de duas ou mais letras fundidas num só tipo para acelerar a composição tipográfica, ou para formar uma sigla. Esse grupo de letras que forma uma sigla ou uma palavra constitui uma marca, sendo especialmente desenhada para representar uma empresa, uma marca, uma
instituição ou um produto.

Nesta acepção, o logo costuma compreender um símbolo que esteja associado de forma praticamente imediata àquilo que representa. Antigamente, os artesãos marcavam as obras da sua autoria com um logo. Os reis também cruzavam documentos legais com um logo pessoal, fosse à mão ou com um carimbo.

Em geral, a noção de logo é usada para fazer referência, de forma indiscriminada, a um logótipo (a representação tipográfica), ISOTYPE (pictogramas) ou isólogo (combinação de ambos). Os logos da Apple (uma maçã), da Nike (um cachimbo) e dos Rolling Stones (uma língua) figuram entre os mais famosos do mundo.

Para que o logo tenha êxito (isto é, seja associado com aquilo que representa), deve ser legível (em qualquer tamanho), reproduzível (não importando as condições materiais), escalável (para o tamanho desejado), distinguível (não devendo dar lugar a confusões) e memorável (tem de criar impacto para ficar na mente e não ser esquecido).

Por outro lado, noutro contexto diferente, logo é uma linguagem de programação criada com fins didácticos a partir da Lisp, e o nome de um canal americano de televisão por cabo destinado à comunidade homossexual, bissexual e transsexual.