Conceito de solidão


Mai 14, 13

Do latim solĭtas, a solidão é a falta de companhia. Essa falta (ou carência) pode ser voluntária (quando a pessoa decide estar sozinha) ou involuntária (quando o sujeito se encontra sozinho por circunstâncias diversas da vida).

A solidão, por conseguinte, implica a falta de contacto com outras pessoas. Trata-se de um sentimento ou estado subjectivo, tendo em conta que existem diferentes graus ou matizes de solidão podendo ser encarados de diferentes formas dependendo da pessoa.

Em princípio, a solidão absoluta não existe. Há sempre alguém com quem se mantenha uma certa proximidade, seja física ou emocional. Por outro lado, a solidão, em certas ocasiões, é valorizada por muitas pessoas, havendo, aliás, quem a considere imprescindível para descansar ou se concentrar.

Independentemente das diferenças pessoais, a solidão durante períodos extensos costuma ser considerada como algo que causa dor e insatisfação, razão pela qual as pessoas tendem a procurar contacto social, seja em reuniões, passeios ou saídas.

Os monges de certas congregações decidem viver na solidão como uma forma de se ligarem ao seu mundo interior (espiritual). Aliás, existem grupos de monges que, apesar de viverem em comunidade, não conversam sequer uns com os outros.

Exemplos de uso do conceito de solidão: “Acabo de me divorciar: agora, quero viver uns meses em solidão para organizar a minha cabeça”, “Vou até ao campo para estar um pouco em solidão e poder dedicar-me a escrever o meu próximo livro”, “Estou farta da solidão, ninguém me liga nem se preocupa comigo!”.