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Conceito de afrodisíaco

Um termo grego derivou no vocábulo latino aphrodisiăcus, que chegou à nossa língua como afrodisíaco. Este adjectivo qualifica aquilo que consegue avivar ou incitar (estimular) o desejo sexual.

Esta noção costuma ser usada como substantivo com referência às substâncias que fomentam a estimulação de tipo sexual.
Exemplos: “Vamos festejar o aniversário num restaurante afrodisíaco”, “O meu cunhado recomendou-me um afrodisíaco que, segundo me disse, é infalível”, “Por enquanto, não preciso de nenhum afrodisíaco, mas quem sabe…”.

Os afrodisíacos podem ser fármacos, alimentos, condutas ou até objectos que provocam a excitação por analogia ou por motivos culturais. É importante mencionar que muitos afrodisíacos funcionam pelo chamado efeito placebo, já que, segundo a ciência, não existem provas da sua capacidade para estimular o apetite sexual.

No caso dos medicamentos (ou suplementos) afrodisíacos, a sua função é aumentar os níveis de testosterona, dopamina e outras hormonas. Certas comidas, tendo em conta os seus componentes, também conseguem um efeito semelhante.

Por uma extensão simbólica, há alimentos e produtos que costumam ser considerados afrodisíacos devido às suas características fálicas ou por se assemelharem a partes do corpo vinculadas à sexualidade. Esse é o caso das bananas e as ostras.

Pode-se dizer que, fora as características do afrodisíaco em questão e das consequências orgânicas que producente de forma directa, o poder destes elementos radica nos efeitos que causam/despertam nas pessoas.