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Conceito de rapto

Rapto, com origem etimológica no latim raptus, é um termo que admite várias acepções. Pode-se tratar do arrebatamento que leva uma pessoa a actuar de forma impulsiva ou irracional a uma dada altura.

Exemplos: “Num rapto de loucura, o homem agarrou num revólver e começou a disparar, acabando por ferir cinco pessoas”, “A cama ficou desfeita após um rapto de paixão que embargou a sua namorada”, “O chefe teve um rapto de amabilidade e deixou-nos sair mais cedo”.

O conceito de rapto também é utilizado para evocar a acção que consiste em sequestrar um indivíduo com o objectivo, em geral, de exigir um resgate para sua libertação.

O rapto consiste na privação ilegítima da liberdade de outra pessoa, recorrendo ao uso da violência ou da intimidação: “Suspeitam que o empresário desaparecido foi vítima de um rapto”, “A Igreja manifestou a sua preocupação com o rapto de mulheres que são forçadas a prostituir-se”, “Um homem raptou a sua filha de três anos, e levou-a para o estrangeiro”.

O rapto pode realizar-se com a finalidade de abusar sexualmente da vítima: “Depois do rapto, a mulher foi violada em repetidas oportunidades pelo captor”, “O Roberto conseguiu evitar um rapto: a polícia suspeita de um violador em série”.

No catolicismo, dá-se o nome de rapto ou arrebatamento ao momento em que Jesus regressaria à Terra para elevar o céu aqueles que foram salvos graças à sua união com Deus.