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Conceito de edema

A palavra grega “oidema” chegou ao nosso idioma como edema. O termo é usado no campo da medicina para se referir à inflamação causada pela presença de um fluido no tecido celular.

O edema é um inchaço flácido: quando pressionado, ele cede. O conceito está associado à hidropisia, que é o acúmulo ou dispersão de fluido seroso.

Considerado um sinal clínico, o edema pode ser gerado por vários motivos: aumento da permeabilidade das paredes dos vasos, aumento da pressão hidrostática, alteração da retenção de fluidos nos tecidos e queda da pressão osmótica sanguínea são possíveis razões para sua ocorrência.

O edema pode ser localizado ou generalizado, podendo apresentar-se quente ou frio. Uma vez aparecido, requer supervisão frequente de um profissional médico, que deve indicar os passos a seguir.

Existem vários tipos de edema. Um edema pulmonar, por exemplo, ocorre quando há um acúmulo atípico de fluidos nos pulmões, que incham e causam complicações respiratórias.

O edema é geralmente causado por insuficiência cardíaca. A pressão registrada pelas artérias que chegam aos pulmões aumenta devido ao mau funcionamento do coração, causando a erupção do líquido nos alvéolos. Isso, por sua vez, torna o oxigênio incapaz de circular normalmente pelos pulmões.

Outros edemas que podem surgir em humanos são o edema cerebral (que surge no cérebro), o edema macular (olho) e angioedema (mucosas e pele).