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Conceito de epifania

O vocábulo grego “epipháneia” chegou ao latim como “epiphanīa” que em nosso idioma resultou em epifania. O termo é usado para nomear uma visão ou revelação. Por exemplo: “Ontem, enquanto nadava no lago, tive uma epifania”, “O xamã costumava entrar em transe para ter epifanias”, “Cheguei ao resultado seguindo a lógica, não foi uma epifania”.

O conceito é frequentemente usado para se referir a uma manifestação mística que profetas, bruxas, oráculos ou outras pessoas com supostas habilidades sobrenaturais podem interpretar. Na linguagem coloquial, as epifanias são revelações que os indivíduos têm em determinados momentos.

Para a religião católica, uma epifania é uma marca da presença de Deus. Nesse sentido, as epifanias são manifestações divinas: por extensão, uma celebração da Epifania foi instituída no século IX. A data escolhida foi 6 de janeiro, comemorando a visão que os Reis Magos tiveram.

Segundo a tradição, Baltasar, Melchior e Gaspar chegaram do Oriente com a intenção de adorar aquela que foi a primeira manifestação de Jesus Cristo (Deus feito homem). Os magos foram ao encontro do menino com ouro, incenso e mirra como presentes.