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Conceito de ortodoxia

Ortodoxia é uma noção que deriva do vocábulo latino orthodoxĭa, embora as suas origens mais remotas se encontrem no grego. O conceito é usado para designar o apego ou a adesão para com certas crenças ou teorias.

Exemplos: “O jovem economista rapidamente se cansou da ortodoxia liberal e procurou nutrir-se de outras fontes teóricas”, “A ortodoxia indica que esta receita não leva leite, mas eu gosto de inovar na cozinha”, “Trata-se de um candidato que não agrada à ortodoxia republicana”.

Poderia dizer-se que o ortodoxo está relacionado com o correcto ou o verdadeiro: por isso, é defendido pela maioria dos membros de uma comunidade. Aquilo que escapa destes princípios ortodoxos é qualificado de heterodoxo, e é promulgado por um grupo minoritário.

No âmbito da religião, a ortodoxia refere-se ao respeito por um determinado dogma. É possível falar da Igreja Católica Apostólica Ortodoxa, um sector cristão que tem mais de duzentos e vinte e cinco milhões de fiéis. Dentro deste grupo, destaca-se a Igreja Ortodoxa Russa, liderada pelo Patriarca de Moscovo.

O judaísmo ortodoxo, por sua vez, segue religiosamente a Halachá e opõe-se a diversas actualizações da sua religião. Por isso, é considerado o sector mais conservador dentro do judaísmo.

“Ortodoxia”, por último, é um livro escrito por G.K. Chesterton (1874-1936) que foi publicado em 1908. Nesta obra, o autor aborda o cristianismo, tentando explicar como e porquê que os fiéis chegam até esta religião.