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Conceito de ceticismo

O vocábulo ceticismo tem sua origem em duas palavras: cético+ismo, sendo que cético tem origem na palavra grega “skeptikós” – que observa. Assim se denomina a atitude de quem duvida ou não acredita em algo.

O cético, portanto, não acredita na certeza ou na validade das coisas. Isso leva-o, muitas vezes, a não aceitar a realidade tal como ela se apresenta ou a contradizer as crenças instaladas na sociedade.

O ceticismo, em suma, é uma tendência ou postura que leva a questionar diversos fatos ou situações, exigindo provas ou demonstrações como evidência. Uma pessoa cética, por exemplo, não acredita em fantasmas, pois não há dados científicos que possam comprovar sua existência.

Chama-se ceticismo filosófico à corrente que se baseia na dúvida, postulando que não existe verdadeira objetividade, pois tudo é subjetivo. Para os filósofos céticos, o conhecimento depende sempre da subjetividade da pessoa, e não do objeto em estudo. O ceticismo filosófico, dessa forma, sustenta que a verdade é inacessível ao ser humano, por isso os sujeitos devem lidar com crenças e não defender certezas inexistentes.

A ideia de ceticismo científico, por outro lado, está ligada ao questionamento de pseudociências e afirmações que não são sustentadas por evidências empíricas. Nesse contexto, o método científico e o raciocínio lógico são os pilares desse tipo de ceticismo.

Por fim, o ceticismo religioso está associado à desconfiança na eficácia ou veracidade de certas práticas religiosas.