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Conceito de oleoduto

Oleoduto é um conceito que deriva dos vocábulos latinos: olĕum (que se pode traduzir por “óleo”) e ductus (cujo significado é “condução”). Um oleoduto é um cano que, equipado com diversos mecanismos e máquinas, permite a transladação e a condução de petróleo e de outras substâncias derivadas através de superfícies extensas.

Os primeiros oleodutos foram criados cerca do final do século XIX. Formados por tubos que podem ser construídos com plástico ou metal, os oleodutos podem desenvolver-se sobre a superfície, debaixo da terra ou inclusive de forma subaquática (ainda que, devido à elevada inversão requerida, os oleodutos submarinos são pouco frequentes).

Apesar desta ressalva com os oleodutos instalados debaixo da água, a maioria dos oleodutos são económicos e fáceis de construir em comparação com outros métodos de transladação de petróleo. Para conseguir mobilizar o petróleo dentro do oleoduto, são usadas bombas que permitem que a substância flua através da tubagem.

Por transladar uma substância que é inflamável, a existência de oleodutos supõe sempre algum risco. Ao longo da história, houve diversos acidentes que causaram milhares de vítimas fatais. Os governos, por outro lado, procuram proteger os oleodutos de ataques terroristas.

Convém destacar que, quando a tubagem translada gás, fala-se de gasoduto. Outra estrutura similar, ainda que destinada à água, conhece-se como aqueduto. Exemplos: “A estrada passa a poucos metros de um importante oleoduto”, “Um gasoduto estalou no norte do país”, “Os Romanos construíram importantes aquedutos na antiguidade”.