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Conceito de deletério

Deletério é um adjectivo que deriva de um vocábulo grego que se pode traduzir por “destrutor”. O termo refere-se àquilo que é venenoso ou mortífero. Exemplos: “Os especialistas afirmam que é um insecto deletério para o ser humano devido à toxicidade do seu veneno”, “A aspiração deste tipo de substâncias produz um efeito deletério”, “Tentou manter a calma, mas apercebeu-se logo que estava perante uma situação deletéria”.

Posto isto, deletério diz-se daquilo que é prejudicial, insalubre, perigoso ou nocivo. Entre os seus antónimos encontram-se conceitos como inofensivo ou inócuo: “A substância azul que está nesse recipiente é inócua; no entanto, a substância verde é deletéria”, “Quando o apanhámos, achávamos que se tratava de um réptil inócuo, mas assim que analisámos a sua mordida, compreendemos que era deletério”.

Os genes deletérios ou letais são aqueles que estão sujeitos a processos de mutação ou de reorganização que lhes provocam alterações na expressão fenotípica. Estes genes apresentam-se em diferentes alelos (sequências de genes) que produzem alterações no indivíduo. O alelo deletério ou letal é aquele que carrega a sequência genética que causa a morte. O gene que, ao mutar, pode produzir um fenótipo letal é designado gene essencial.

Com essas explicações, resume-se que deletério é entendido como algo que coloca a vida em risco. Mas também é entendido como algo que conduz ao que é imoral.

A realização de exercícios de endurance (que são atividades físicas aeróbicas) podem causar efeitos deletérios se forem realizado antes dos exercícios de força (causando efeitos deletérios a esses últimos).

A noção de deletério costuma estar relacionada com um efeito ou uma consequência. Algo pode ser deletério quando acarreta a possibilidade de produzir danos importantes, a morte ou a destruição. As substâncias tóxicas, neste aspecto, são deletérias, embora com diferentes graus. Quanto maior a toxicidade, mais deletérias são. A ciência que estuda o efeito deletério das substâncias sobre os seres vivos é a toxicologia.

Já em odontologia, existem o que são chamados de hábitos deletérios ou hábitos bucais deletérios, um termo usado para descrever hábitos que geram danos ao desenvolvimento dos dentes.

Alguns desses hábitos são o bruxismo, respiração bucal, sucção dedo, entre outros. Mas há ainda outros que são vistos como inofensivos como o uso de chupeta e mamadeira de maneira prolongada e a onicofagia.

Os hábitos deletérios são observados em crianças, uma vez que é nessa fase que a dentição está se desenvolvendo. Mas além e causar danos no desenvolvimento craniofacial, tais hábitos podem ainda gerar alterações do estado emocional dessas crianças e também adolescentes.

E para solucionar esse problema é necessário que algumas especialidades atuam em conjunto, tais como: a ortodontia, a fonoaudiologia, a odontopediatria e também a psicologia.

Um dos mais comuns hábitos deletérios é o ato de roer as unhas (também conhecido como hábito de roer as unhas). Essa é um hábito que se inicia na infância, por volta dos cinco a seis anos de idade. Um dos fatores que desencadeia esse hábito é o estresse que a criança pode passar a sofrer nessa fase, como por exemplo o ingresso na escola.

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