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Conceito de dispneia

O termo grego “dýspnoia” chegou ao latim como “dyspnoea”, que em nossa língua derivou em dispneia. O conceito é usado para nomear o distúrbio ou dificuldade que afeta a respiração.

A dispneia geralmente está associada a falta de ar. Essa respiração deficiente causa desconforto na pessoa, gerando sensações subjetivas cuja intensidade varia de acordo com cada situação.

Problemas fisiológicos, ambientais e psicológicos afetam a dispneia, que uma vez produzida pode levar ao desenvolvimento de vários comportamentos e respostas. De acordo com suas características, é possível diferenciar entre vários tipos de dispneia.

A dispneia de repouso acontece quando a pessoa está imóvel. A dispneia de esforço, por outro lado, surge com uma atividade física intensa. A dispneia paroxística noturna surge durante o sono do indivíduo e ele acaba acordando por falta de ar. Também se pode falar em dispneia de decúbito, que é revertida quando o sujeito é colocado na posição ereta.

Pneumotórax, enfisema, broncoespasmo, doença cardíaca, asma ou câncer podem ser causas de dispneia. Mesmo uma alergia, um ataque de pânico ou estar em um ambiente altamente poluído pode levar a problemas respiratórios. O tratamento da causa de origem, em suma, é essencial para reverter o problema.

Em geral, para reduzir ou reverter a dispneia, recomenda-se deixar locais mal ventilados e com grande aglomeração de pessoas, ficar longe da fumaça e não fumar. Em alguns casos, o médico pode até solicitar o fornecimento de oxigênio extra.