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Conceito de semáforo

A noção de semáforo deriva da língua grega. O termo refere-se ao dispositivo que, através de diferentes luzes que actuam como sinais, permite a regulação do trânsito na via pública.

Exemplos: “O automobilista não respeitou o semáforo e, ao cruzar a avenida, embateu contra um camião”, “Não te esqueças, Pedrito, que tens sempre de olhar para o semáforo antes de atravessar a rua”, “O município anunciou que irá instalar trinta semáforos novos em várias artérias da cidade”.

O primeiro semáforo da história foi instalado na cidade inglesa de Londres em 1868. Era um aparelho bastante diferente do actual, uma vez que dispunha de braços que se moviam para indicar quando era possível avançar e quando se tinha de parar.

Actualmente, a maioria dos semáforos que regulam o trânsito automóvel dispõe de três sinais luminosos: um vermelho, um amarelo e um verde. A luz vermelha obriga o veículo a parar, ao passo que a luz verde indica que se pode continuar a marcha. A luz amarela, por sua vez, serve como transição entre ambos os sinais e para avisar aqueles que estejam a circular para se prepararem para a mudança de sinais.

Também existem semáforos que, embora tenham funções similares, são orientados para situações ou actores específicos. Há semáforos para peões, semáforos para ciclistas, semáforos para automóveis e outros.

É importante destacar que desrespeitar as indicações dos semáforos constitui uma infracção das normas de trânsito e, por conseguinte, acarreta um castigo. Isto deve-se ao facto de não respeitar os semáforos pôr em perigo a sua integridade e a integridade de terceiros.