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Conceito de bipartição

A palavra latina “bipartitiōne” chegou ao português como bipartição. É a segmentação de algo em duas frações ou porções.

O conceito é frequentemente usado com referência a um mecanismo de reprodução assexuada que também é conhecido como fissão binária. A bipartição, nesse sentido, é desenvolvida por certos protozoários, leveduras, algas e bactérias que duplicam seu DNA e depois dividem o citoplasma, resultando em duas células.

A maioria das bactérias desenvolve sua reprodução através da bipartição. Portanto, em certos contextos, elas proliferam muito rapidamente. Em poucos minutos, duas bactérias podem surgir e a população cresce exponencialmente.

Existem diferentes tipos de bipartição. A bipartição regular implica a divisão simétrica da célula, gerando duas células-filhas de tamanho idêntico. A bipartição transversal, entretanto, faz com que o citoplasma seja dividido perpendicularmente ao eixo do fuso.

A bipartição longitudinal, como o próprio nome indica, desenvolve-se longitudinalmente ao eixo de divisão. Há também a bipartição oblíqua. A bipartição do tipo ameba, finalmente, é perpendicular em relação ao eixo, mas irregular em relação ao citoplasma.

O processo de bipartição, em todos os casos, começa com a replicação do ácido desoxirribonucleico (DNA). Nessa estrutura, forma-se uma bolha que permite a separação do DNA, e o novo DNA está localizado nos polos da membrana plasmática. Então, com os cromossomos localizados nos polos opostos dessa membrana, a citocinese (a divisão física do citoplasma em um par de células-filhas) é realizada.