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Conceito de camalote

A etimologia do termo camalote não pode ser determinada com precisão, de acordo com a Real Academia Espanhola (RAE) em seu dicionário. O conceito é usado em vários países da América Latina para nomear diferentes plantas aquáticas encontradas em pântanos e nas margens de lagoas, rios e outras massas de água.

Por exemplo: “Cuidado porque que entre os camalotes existam víboras”, “Depois da tempestade, a praia estava coberta de camalotes”, “Quando o vento sopra de sudeste, é comum ver muitos camalotes flutuando no rio”.

Normalmente, o conceito é usado para nomear as plantas que pertencem ao grupo das pontederiáceas. Uma das mais comuns é a “Eichhornia crassipes” que, além de camalote, é também chamada de jacinto-de-água e aguapé. Este camalote vive na água doce de áreas com clima quente.

A “Eichhornia crassipes” é usada como fertilizante e como planta ornamental. Propriedades curativas também são reconhecidas. No entanto, quando se desenvolve além de sua região natural, é considerada uma espécie invasora.

A ideia de camalote, por outro lado, é usada para nomear a união de diferentes plantas que é criada pela ação das correntes e que pode ser arrastada por muitos quilômetros. Nestes camalotes viajam muitas vezes animais, como répteis ou roedores, que se deslocam sobre a água acima das plantas.

É importante não confundir entre camalote e camarote. Este último termo refere-se aos compartimentos que existem nos barcos para a instalação de beliches ou camas.