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Conceito de córion

O vocábulo grego “khórion”, que pode ser traduzido como “membrana” chegou ao nosso idioma como córion. Assim devemos denominar a membrana exterior do embrião de mamíferos, aves e répteis.

No caso da maioria dos mamíferos, o córion envolve o âmnio (bolsa amniótica) e contribui para o desenvolvimento da placenta (o órgão a partir do qual surge o cordão umbilical e que permite a intermediação entre a mãe e o embrião em desenvolvimento). Do córion emergem vilosidades que penetram no endométrio e permitem uma troca de nutrientes.

Em um ovo amniótico, existem três membranas extraembrionárias: o córion, os alantoides e o âmnio. Neste meio aquoso, o embrião recebe comida e respira. O ovo também possui um invólucro calcário que fornece proteção.

O desenvolvimento embrionário, em resumo, é muito diferente de acordo com a espécie. As crias das aves e outras espécies se desenvolvem dentro de um ovo, no qual o saco vitelino contém os vasos sanguíneos que permitem o transporte de nutrientes. Nos seres humanos, no entanto, os nutrientes passam pelo endométrio.

À medida que a gestação avança, o córion acaba se tornando a placenta, enquanto sua camada interna se funde com o âmnio. Por outro lado, no córion desenvolve-se a produção do hormônio gonadotrofina coriônica humana. Pode-se dizer que a placenta é uma estrutura que, ao surgir do córion do feto e do endométrio uterino, é composta por elementos fetais e maternos.