Conceito.de

Conceito de pânico

Pan era uma divindade grega que era associada ao lado selvagem da natureza. Diz-se que desfrutava ao causar medo entre as pessoas que viajavam de um lugar para outro, aparecendo-lhes no caminho. Deste deus deriva a noção de pânico que, na nossa língua, é utilizado como sinónimo de terror ou de forte medo.

O pânico, por conseguinte, é o medo exagerado, que escapa do racional e que paralisa à pessoa. Às vezes, o pânico acontece a nível social e contagia de indivíduo para indivíduo, o que provoca uma onda de receio generalizado.

Exemplos: “Ao ver as chamas na porta do dormitório, a Florença entrou em pânico”, “O menino não se deixou vencer pelo pânico e ajudou o seu pai, que sangrava de forma profusa”, “Quando vi o lobo, senti pânico, mas felizmente o animal decidiu prosseguir com a sua marcha sem parar”.

No âmbito da psicologia, dá-se o nome de ataque de pânico a um transtorno da ansiedade que provoca diversos episódios desagradáveis para quem o sofre. No marco destes ataques, a pessoa começa a sofrer um medo irracional que aparece de forma súbita e que se pode prolongar durante várias horas.

Ao sofrer um ataque de pânico, o sujeito pode vomitar, ter taquicardia e até dissociar-se da sua própria personalidade. Trata-se de uma crise que surge por uma grande angústia e a impossibilidade de controlar a ansiedade.

O tratamento para os ataques de pânico pode incluir sessões de terapia e administração de ansiolíticos.