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Conceito de bússola

Do italiano bussola, uma bússola é um instrumento que, graças à sua agulha imantada que gira sobre um eixo e aponta para o norte magnético, permite determinar as direcções da superfície terrestre.

Segundo os historiadores, a bússola foi inventada na China durante o século IX. Inicialmente, consistia numa agulha imantada que flutuava dentro de um recipiente com água. Com o tempo, conseguiu-se reduzir o tamanho do artefacto para poder deslocá-lo com mais comodidade. Assim surgiu o eixo sobre o qual gira a agulha e juntou-se uma rosa-dos-ventos para calcular as direcções.

As bússolas mantiveram-se quase inalteradas com o passar do tempo. Algumas, por exemplo, começaram a incluir iluminação. No entanto, hoje em dia, os sistemas de navegação por satélite (como o GPS) vieram praticamente substituir as bússolas pelo facto de oferecerem maior precisão e dados mais detalhados (as coordenadas). De qualquer forma, as bússolas continuam a usar-se para eventuais falhas e/ou imperfeições dos sistemas mais complexos e em lugares onde não haja energia eléctrica nem a possibilidade de trocar as pilhas.

É importante ter em conta que o norte magnético para o qual aponta a agulha da bússola é diferente do norte geográfico e varia de acordo com a região do planeta. Nos polos, tanto o Norte como o Sul, as bússolas são inúteis, já que lá convergem as linhas de força do campo magnético terrestre.

O conceito de bússola pode usar-se metaforicamente para fazer referência a qualquer pessoa ou objecto que seja útil ou prestável a alguém: “A minha esposa é a bússola que me permite não me afastar da minha meta”, “A Bíblia é a bússola que guia os meus passos”.