Conceito de bom senso


Mar 01, 13

O bom senso é a qualidade de sensato (razoável, prudente ou ajuizado). Portanto, o bom senso está associado à razoabilidade, à sensatez, ao raciocínio e à prudência. Exemplos: “O governo deixou de lado o bom senso e respondeu aos ataques com mais violência”, “Não convém expores-te dessa forma, tens de demonstrar bom senso nos teus actos”, “Precisamos de governantes que se manejem com bom senso e que não desperdicem os recursos da nação”.

A loucura, a imprudência e o absurdo, em contrapartida, são o oposto da sensatez (e, por conseguinte, estão relacionados com a insensatez): “O presidente é um insensato que nos afastou do resto do mundo”, “O João tentou levar o Martinho à razão, mas a falta de bom senso do seu amigo impediu que chegassem ao entendimento”.

Sensibilidade e Bom senso é a versão portuguesa de Sense and sensibility, um romance escrito pela Britânica Jane Austen, publicado em 1811. O livro narra a história da família Dashwood após a morte de Henry, o patriarca do grupo.

Esta obra teve várias adaptações para a televisão e para o cinema. A versão cinematográfica mais conhecida é o filme realizado por Ang Lee, que estreou em 1995. Entre os protagonistas do filme, destacam-se Emma Thompson, Kate Winslet e Hugh Grant.

O título do relato criado por Austen está relacionado com as condutas e os modos de ser das irmãs Dashwood, as quais se vêem obrigadas a viver na austeridade da vida rural depois do falecimento do pai delas.